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Como o Design Thinking pode aprimorar o desempenho do seu e-commerce?

Usar a criatividade como fator principal é uma saída para resolver grandes problemas e é ai que entra o Design Thinking

 

Com a grande movimentação do mercado, os profissionais precisam buscar novas estratégias para que consigam acompanhar todo o deslocamento. Com infinitas possibilidades, são inúmeras as opções a serem escolhidas como auxílio nessa caminhada. E é nesse momento que os questionamentos começam a aparecer. Por onde começar? Quanto devo investir? Para isso, existe o Design Thinking.

Há uma grande diferença entre ser um designer e pensar como tal. Fragmentar as questões que precisam ser solucionadas é o começo de uma longa jornada. Usar a criatividade como fator principal é uma saída para resolver grandes problemas que, a princípio, parecem difíceis demais de serem resolvidos.

 

Mas o que é preciso para começar?

A abordagem do DT permite que as soluções sejam pensadas com foco no usuário. Em sua primeira fase é necessário que saiba detalhar quais são as certezas (os fatos, aquilo que você já possui), as dúvidas (o que deve ser mais aprofundado, pesquisado) e as suposições (hipóteses).

Ao entender melhor os consumidores, sua empresa passará a criar processos e produtos que sejam mais relevantes para os compradores. O problema precisa ser identificado para que posteriormente uma análise profunda seja feita. Se jogue de cabeça em uma imersão do que precisa ser solucionado e organize os dados coletados. Compreender a necessidade, juntá-la à cocriação e partir para a experimentação são as três etapas básicas desse processo.

A cocriação é essencial uma vez que, através do pensamento coletivo, é possível trabalhar soluções eficientes. Deste modo, profissionais de diferentes áreas formarão a equipe que fará parte de todo o processo criativo. Quanto maior o número de experiências, maior o repertório que será adquirido e, por se tratar de uma técnica que demanda humanização dos fatores, cada particularidade é importante.

Para que seu e-commerce possa se diferenciar dos demais é preciso que a inovação esteja no sangue da empresa. Por isso, fuja do clichê. Leve sim em consideração o que está sendo aplicado no mercado atualmente, mas tenha em mente que você precisará ir além se quiser ser lembrado.

A base adotada no DT pode ser traduzida em métodos inovadores capazes de abordar soluções efetivas por meio de cocriações que devem ser testadas através de protótipos (testes rápidos e de baixo custo). Os varejistas online podem, facilmente, utilizar esses métodos como fonte de inovação. Como disse Maria Augusta Orofino, referência em Design Thinking, em entrevista para o E-commerce Brasil, cabe ao gestor “orquestrar as diferentes ideias que surgirão e agrupá-las de forma que façam sentido, traçar o mapa de jornada do cliente frente ao novo produto ou serviço e abrir um leque de protótipos que possam ser testados junto aos clientes”.

Procure sempre lembrar que onde há grandes problemas, existem ótimas oportunidades para novos caminhos. O trabalho recorrente de criação, aplicação e avaliação permite que a ideia seja cada vez mais refinada podendo atingir o êxito com muito mais força.

 

Dica de leitura para quem que aber mais sobre o setor de e-commerce: 

>>Sete passos para quem deseja investir no e-commerce

>>Será que os e-commerces estão mesmo adaptados para o mobile?

>>E-commerce: você está preparado para as oportunidades de 2018?

Mariana Perrella

é formada em Publicidade e Propaganda pela Faculdade Cásper Líbero e criadora de conteúdo na Good To Connect. Apaixonada por comunicação digital, está sempre em busca de novos conhecimentos e não perde uma oportunidade de aprender mais sobre o mundo.

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