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5 dicas para gerenciar seu e-commerce em marketplace

Marketplaces geram de 20% a 30% do faturamento dos e-commerces brasileiros. Veja cinco dicas para sua loja ter destaque nesse ambiente

 

Imagem. Desenho de uma tela de computador azul com um carrinho de supermercado branco no centro da tela. O fundo da imagem é preto.

Dentro do enorme mercado de e-commerce, o marketplace tem uma importância estratégica para aquelas empresas que desejam novas frentes e canais de vendas, que almejam crescer e, é claro, ampliar seu faturamento. Esse “shopping digital”, que reúne diversos vendedores em um só lugar, oferece vantagens para o cliente – que encontra, em um mesmo local, diferentes produtos, serviços e ofertas – e também para o lojista.

Estima-se que entre 20% a 30% do faturamento dos e-commerces brasileiros seja gerado pelos marketplaces. Você quer mais motivos para sua loja virtual estar em um desses shoppings digitais? Siga lendo esse artigo para conhecer cinco dicas matadoras que vão ajudar a gerenciar o seu e-commerce em um marketplace.

1 – Escolha o melhor marketplace para o seu negócio

Uma pesquisa realizada pelo Olist mostrou que 89% dos varejistas que atuam por meio de marketplaces, planejavam aumentar seu faturamento em 2018. Mas, para isso, é importante expor seus produtos no local certo, não é? Escolher o marketplace mais adequado é fundamental para ter sucesso em conversões de vendas, verificando com cuidado as possibilidades oferecidas e escolhendo aqueles locais que reúnem o público da sua loja.

Por exemplo, se o seu negócio trata de artigos esportivos variados, um marketplace como Centauro ou Dafiti podem ser perfeitos. Mas se você trabalha apenas com calçados esportivos, a Netshoes será uma oportunidade mais adequada. Artigos de bazar? Pense nas Americanas ou Mercado Livre. Procure estar sempre disponível para o seu público: conheça os diferentes marketplaces e escolha o melhor para você.

2 – Capriche no cadastro de produtos

Um dos pontos mais importantes na gestão de um marketplace é cuidar para que todos os produtos sejam cadastrados de forma que nenhum deles venha a ser rejeitado, porque o nome ou a descrição da mercadoria não foram reconhecidos, por exemplo. Especificações de tamanho, cor ou modelo podem causar problemas. Lembre-se, que se houver erro (dados ausentes, informações faltando ou duplicadas, etc.), o cliente não conseguirá encontrar os produtos que deseja.

É bom lembrar que o abandono de carrinho também é um risco, caso o consumidor não sinta confiança naquilo que está comprando. Para evitar isso, é preciso prestar muita atenção às regras de cada canal de vendas, atendendo a todas as exigências do cadastro para não ter problemas na hora de colocar os produtos à venda.

3 – Aproveite a “vizinhança” com a concorrência

Ao integrar um marketplace, seu negócio pode passar a ser “vizinho” da concorrência com anúncios lado a lado. O que pode, aparentemente, ser uma desvantagem é, na verdade, uma oportunidade de se diferenciar dos concorrentes, seja com condições melhores (de pagamento, de entrega) ou por um estoque com mais opções por exemplo.

Considere que, em um marketplace, seus esforços de marketing podem ser menores, porque sua loja já está atrelada positivamente a uma boa posição nas buscas pela internet (afinal, os clientes já conhecem o site das Americanas, por exemplo, que acessam quando desejam fazer suas compras).

Longe de ser um motivo para investir pouco no marketing interno do seu negócio, o que estamos dizendo é que, em um marketplace, você pode concentrar seus esforços, justamente, em diferenciar-se da concorrência, aproveitando para gerar imensa visibilidade para o seu e-commerce.

 

4. Utilize os dados com eficácia para ter bons resultados

Em tempos de omnicanalidade, o varejo deve usar a inteligência para atender a visão holística do consumidor. O cliente, hoje, não vê mais diferença entre loja física e virtual, ele enxerga a marca e espera que ela o atenda e interaja com ele no mesmo tom, com a mesma agilidade, do mesmo modo e oferecendo as mesmas informações, preços e condições, seja qual for o canal utilizado. Como lojista, você deve aproveitar a estrutura oferecida pelos marketplaces, utilizando o conhecimento que tem do seu cliente para atendê-lo sempre com mais qualidade.

Lembre-se: os dados internos e externos captados pela sua empresa – como as trilhas deixadas pelos consumidores na internet, interações, manifestações, etc. – trazem as informações que, bem trabalhadas, ajudam a gerar insights para permitir alinhar e aperfeiçoar ainda mais o relacionamento com o seu público e, consequentemente, proporcionar um desempenho muito melhor para o seu negócio no marketplace.

Além da eficácia, é preciso ter cuidado também com a segurança no uso dos dados dos clientes. Seja transparente e deixe seu cliente saber como se dá a coleta e o uso de suas informações pessoais.

 

5. Tecnologia e integração no marketplace

Você já entendeu que os marketplaces podem ser uma excelente fonte de novos clientes, possibilitando aumento nas vendas sem maiores complicações. Marketplaces existem para todos os nichos do mercado, constituindo um bom investimento para vender nas melhores vitrines. É uma estratégia que favorece a exposição positiva do seu negócio – mas para isso, você não deve abrir mão do auxílio da tecnologia para integrar seus esforços e ter resultados sempre melhores.

Maurício Correa

é empreendedor e sócio-fundador e atual CEO da DCG, Digital Commerce Group, proprietária das plataformas de e-commerce Ezcommerce, CORE e integrador de marketplace, o Octopus.

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