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Growth Hacking: três perguntas para Lucas Bhering Pereira

Você já deve ter ouvido falar de Growth Hacking, certo? Essa é a técnica que possibilita gerar resultados de crescimento rápido para as organizações. Mas será que a sua empresa sabe utilizar esse conceito da maneira correta?

Para entender um pouco mais sobre esse recurso, e como ele pode ser realmente efetivo para impulsionar os seus negócios, conversamos com Lucas Bhering Pereira, especialista em Growth Hacking na Gama Academy.

 

1- Qual a relação do Growth Hacking com o Marketing Digital e por que essa técnica tem se tornado cada vez mais importante para as empresas?

O termo Growth Hacking foi criado por Sean Ellis. Segundo ele, é Marketing orientado a experimentos. A sua relação principal com Marketing Digital é que, para conseguir realizar tais experimentos é extremamente importante ter conhecimentos sobre personas, comportamento do consumidor, funil de vendas, campanhas pagas e viralização. Enfim, o Growth Hacking utiliza os conhecimentos e canais obtidos no Marketing para conseguir crescer empresas e tracionar. Porém, o Growth Hacker deve ser multidisciplinar, entender sobre produto, programação e conseguir unir o Marketing Digital às outras áreas da empresa.

As organizações têm utilizado cada vez mais dessas técnicas porque geralmente são de baixo custo e retornam resultados rapidamente.                        

 

2 – Para desenvolver uma estratégia de Growth Hacking efetiva, quais tópicos é preciso considerar? Como vocês na Gama costumam indicar esse planejamento de ações para quem está começando e precisa de um passo a passo ainda?

A princípio, para desenvolver estratégias efetivas é necessário conhecer muito bem seu produto, sua persona e seu funil.  É necessário também ter o mindset Lean, de aprendizado rápido e tomadas de decisão ágeis. A organização é um aspecto fundamental na hora de realizar experimentos.

Na Gama utilizamos muito o Golden Circle, para definir nosso propósito, o que fazemos e como fazemos. Isso facilita na clareza das ideias e do quê precisamos comunicar. Sabendo isso, usamos o Bullseye Framework para saber quais canais de tração podemos utilizar e quais fazem mais sentido para nossas personas.

Assim que definimos o propósito e como atingir a persona, é hora de listar os experimentos e a priorização em uma simples planilha onde listamos todas as ideias obtidas por brainstorming, as KPI’s, a etapa do funil que iremos testar e numerar de um a dez, o nível de impacto que aquela ação irá gerar, a confiança que temos que esse experimento vai dar certo e a facilidade de realizar esse hack. A partir desses dados, realizamos um cálculo somando os valores dos três itens e dividindo por três. O resultado definirá qual experimento será priorizado.                        

 

3 – Quais são os principais erros cometidos pelas organizações na implantação da técnica do Growth Hacking e como evitá-los?

O principal erro que observo é que as pessoas procuram por hacks milagrosos. Se um experimento aumentou a receita de uma empresa em 300% não quer dizer que isso vai funcionar igualmente na sua. Eles negligenciam a importância de conhecer seu produto e sua persona. Claro que você pode ler sobre vários experimentos e adaptá-los à sua realidade, mas o Growth Hacking de verdade surge quando as próprias organizações criam seus experimentos e testam de diversas formas até obter resultados satisfatórios ou entender que aquele teste não faz sentido.

 

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