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Native Advertising é estratégia para engajar consumidor, revela estudo

De acordo com o estudo do Yahoo, por meio do Native Advertising é possível gerar receita e aumentar o engajamento do cliente

 

No ano passado, o uso de celulares atingiu a massa crítica e, como resultado, tanto os profissionais de marketing como os publishers estão buscando novas maneiras de atrair seus públicos em todos os dispositivos. Diante desse contexto, nota-se uma aderência ao native advertising. Os anúncios nativos geram até três vezes mais atenção do que os em display e são uma ótima opção para os publishers que desejam gerar receita e para os anunciantes que buscam maximizar o engajamento e o alcance.

Com o objetivo de oferecer aos anunciantes e marketeiros um olhar único do mercado para ajudá-los a obter o máximo do native advertising, o Yahoo desenvolveu o estudo “State of Native“. A pesquisa aproveita dados de mais de 74,5 bilhões de impressões de anúncios nativos em toda a extensa rede de mais de 3.400 propriedades de publishers.

 

 Alguns destaques do estudo:

  • Native continua a reinar. O consumo de anúncios nativos tem aumentando exponencialmente em todas as regiões e em todos os dispositivos, com o crescimento de smartphones superando o desktop. Na América Latina, a publicidade nativa atingiu 5,6 bilhões de impressões.

 

  • Valorizar anúncios de vídeo nativos aumenta o ROI. Os publishers que trabalham com o Yahoo tiveram um aumento de 446,7% nos eCPMs (custo efetivo por mil impressões de anúncios) em posicionamentos de anúncios de vídeo nativos em comparação ao display.

 

  • Entender como o público está envolvido e em quais dispositivos, pode ajudá-lo a alcançá-lo no lugar e no momento certo. O envolvimento do consumidor em aplicativos específicos e dispositivos varia de acordo com a hora do dia e a localização. Por exemplo:
    • No Brasil, os aplicativos de mensagens/sociais são os mais populares para conversão ao longo do dia.
    • Na América do Norte, em todos os segmentos de idade, os usuários costumam passar a tarde e o anoitecer em seus smartphones, enquanto as noites são gastas no desktop. Em outras partes do mundo, as noites são normalmente gastas em smartphones.

 

Para conferir mais insights sobre a pesquisa,  acesse o infográfico desenvolvido pelo Yahoo e, originalmente, publicado em inglês.

 

 

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