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O poder da perspectiva: viável, desejável e factível

Pensando em como a estratégia digital pode ajudar na experiência integrada entre o on e o offline, não podemos e não devemos deixar de considerar o poder da perspectiva. Quando passamos a observar o impacto da transformação digital no cotidiano – as possibilidades e o que está por vir (robôs, por exemplo) – nos parece que, de fato, não teremos mais condições de olharmos separadamente estes dois mundos, que se integram cada vez mais na jornada dos consumidores – ou melhor, na jornada dos seres humanos.

A vida conectada é um fenômeno irreversível. Hoje, temos celulares, redes sociais, geladeiras conectadas, dados personificados em grande escala, carros autônomos, informações e conteúdos bem como novas tecnologias transformando nossas vidas, nossos relacionamentos, nossas experiências e por fim, nossa liberdade e privacidade.

Mas é exatamente por estas mudanças, evoluções e incertezas que o poder da perspectiva se torna uma ferramenta essencial para que possamos realizar as devidas considerações sobre a jornada de experiência do on-off de nossos clientes, consumidores, funcionários, parceiros e concorrentes em nossa cadeia de valor.

Inicialmente, a questão que surge então é: como mudamos nossa ótica para gerar soluções inovadoras, válidas, personificadas e consistentes para nossos clientes, consumidores, funcionários, parceiros e concorrentes nesse novo cenário?

De acordo com nossa 10ª Pesquisa QI Digital, 82% dos entrevistados afirmam que se concentram na forma como a transformação digital afetará a experiência, on e offline, das pessoas. Atualmente, porém, somente 10% das soluções, projetos e estudos priorizam esta máxima mesmo que, comprovadamente, elas aumentem a performance financeira se comparada com as de seus concorrentes.

Também, 52% dos entrevistados afirmam que suas soluções até agora não estão sendo capazes de acompanhar o movimento da transformação digital – sua velocidade e complexidade –, seja pela adoção de novas tecnologias emergentes possíveis no on e no off ou por não considerarem o poder das pessoas nessa equação.

Melhor exemplo de tamanha lacuna entre estes mundos e a transformação digital é a constatação do quão difícil é sermos a mesma pessoa no on e no off no momento de uma simples compra. São muitos os exemplos de como ainda não conectamos e integramos os mundos proporcionando uma jornada única para os consumidores – ou relembrando, uma nova jornada dos seres humanos!

Considerando então que os desafios enfrentados em nosso cotidiano e pelas empresas são complexos e exigem mais do que correções incrementais (aliás, eles exigem transformação sob uma nova ótica), o poder da perspectiva torna-se uma ferramenta essencial para que alavanquemos respostas às mudanças mencionadas até aqui e para tantas outras ainda por vir.

Esta nova ótica, aqui proposta e intitulada de BXT, foi criada com a percepção de que este é um mundo interconectado (on-off) e que nenhum problema pode ser resolvido com uma solução unilateral. Como esse novo olhar, entendemos sermos capazes de quebrar paradigmas e pensarmos por meio de novas perspectivas.

O nosso método BXT significa reunir uma ampla gama de especialistas para tornar possível o impossível – re-imaginar o futuro das organizações, integrar mundos físicos e virtuais, construir novas empresas com tecnologia avançada e, porque não, criar futuras aplicações para gerenciar, por exemplo, doenças como diabetes.

Compreendemos B (Business ou Negócios) como a necessidade de uma estratégia digital abrangente e executável. O que impulsiona os líderes? Que obstáculos estão tentando superar? Construímos nossa experiência diversificada para uma nova maneira de resolver problemas? É viável?

Conectamo-nos com o fator X, da experiência humana (experience). O design de uma experiência que as pessoas estão procurando, a criatividade para desenhar uma visão para o futuro. Nós construímos uma rede global de mentes criativas (um novo tipo de consultor) que pode ajudar a trazer o sonho de uma empresa via uma vantagem competitiva ainda não explorada – a desejada jornada dos seres humanos.

Nós falamos sobre o T de tecnologia (technology). Tecnologias emergentes, como a robótica, a Inteligência Artificial ou as plataformas em nuvem, conectam fabricantes, consumidores, analistas e tantos outros de maneiras mais eficientes, rentáveis e factíveis ​​do que antes. E ainda temos que considerar a experiência na aplicação da gestão dos dados e das necessidades de segurança.

Ainda pensando em como a estratégia digital pode ajudar na experiência integrada entre o on e o off-line? Junte-se a nós e alavanque o poder da perspectiva. Viável. Desejável. Factível.

Sérgio Alexandre

é sócio líder de Digital na PWC

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